Benny, Lucas, Juliana, Jéssica e João Pedro passam juntos tardes animadas em torno de tabuleiros, fichas, dados e peças. Com a diversão, passeiam por países de todos os continentes, testam seus conhecimentos e têm acesso a informações valiosas sobre história, geografia, noções de estratégia, além de exercitar o raciocínio.
Jogos de computadores e videogames fazem parte das opções de lazer do grupo, mas, de longe, a preferência é pelos jogos de tabuleiro. ''A gente não fica isolado, olhando só para uma tela'', afirma Juliana Goes Henklain Fonseca, de 14 anos. ''Gosto muito porque aprendo coisas, testo estratégias e me divirto'', atesta Benny Trigo Porto, 13 anos. ''É um jeito de passar mais tempo com os amigos'', completa Lucas Caldeira Pereira, 13 anos.
Depois de viagens e festas com a família, os jogos acabam virando complemento das férias, na opinião de João Pedro Liuti Ponce, 12 anos, o mais novo do grupo, mas não menos empolgado. Os adolescentes concordam que parte do tempo das férias deve ser destinado a outras atividades como bola, piscina, sinuca a TV.
A convivência também favorece a amizade e a tarde passa na mais perfeita harmonia. Cada um tem uma preferência, mas o acordo sobre o que jogar chega logo. Jéssica Nascimento, 13 anos, sempre vota pelo Sequência, mas não se importa em ceder a vez ao gosto dos companheiros. A competição também não é prioridade. ''O objetivo não é ganhar e sim nos divertirmos juntos'', diz Jéssica.
Benny gosta dos desafios do War II, João Pedro prefere exercitar o raciocínio no Banco Imobiliário, Lucas gosta de passar o tempo aprendendo e testando seus conhecimentos no Trivial Pursuit, assim como Juliana no Perfil 3. Além do passatempo, os jogos favorecem o aprendizado na escola e o conteúdo das aulas facilita o desempenho nos tabuleiros. (R.C.)

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