Imagem ilustrativa da imagem 'No Meu Tempo de Escola': a emoção na memória
| Foto: Fotos: Shutterstock



Em 2018, a coluna "No Meu Tempo de Escola" completa três anos de existência. Neste período, foram contadas diversas histórias da infância de muitos profissionais na área de cultura do país afora e, claro, de Londrina. No espaço editorial que integra o projeto Folha Cidadania, atores relembraram suas bagunças do recreio, escritores contaram sobre os amigos de sala de aula, cantores falaram de suas relações com professores, ilustradores memoraram seus lanches prediletos, youtubers revelaram seus ídolos quando crianças. As perguntas são sempre singelas e ingênuas, porém, no decorrer dos anos, mostraram seu poder de remeter memórias a um tempo especial. Tanto é que o retorno dos entrevistados é sempre em tom de agradecimento permeado de emoção, pois, cada um com sua experiência, volta no passado para compartilhar momentos especiais e curiosidades que marcaram suas vidas na época de escola.

Dentre os inúmeros depoimentos, o cartunista Mauricio de Sousa confessou que já ficou de castigo atrás da porta por conversar fora de hora; o youtuber Pedro Afonso Rezende, do canal Rezende Evil, disse que tinha o sonho de ser jogador de futebol; Tiago Marques, o palhaço Ritalino, lembrou que adorava canjica como merenda; a atriz e cantora Larissa Manoela contou que ficava triste e até chorava com alguma nota baixa; a lutadora de taekwondo Natália Falavigna relatou que gostava das aulas de História e Geografia; a contadora de histórias Kiara Terra descreveu que gostava de ficar em cima de uma mangueira que existia na escola; a cantora Sandra Peres, do Palavra Cantada, mencionou que sempre estudou piano e canto desde pequena; e o escritor Ricardo Azevedo citou que a versão do seu primeiro livro foi feita aos 14 anos.

Além deles, nestes três anos, foram outros mais de cem perfis publicados, semanalmente, na coluna e a escolha dos participantes se deu em duas frentes: ídolos das crianças de várias áreas ou pessoas que desenvolvam algum trabalho infanto juvenil relevante. Portanto, para o conteúdo da coluna, o que vale é o trabalho realizado, independentemente de fama, mas sempre lembrando das preferências dos leitores mirins. As sugestões de nomes, então, chegam de leitores, alunos, professores e, também, fruto de pesquisas da equipe de reportagem. Em 2018, o objetivo é continuar mostrando histórias de vida, sempre com a colaboração de todos, essência do jornalismo participativo. Conhece algum profissonal que realize um trabalho importante infantil na área cultural? Mande sua sugestão e opinião para que possamos realizar um trabalho inspirador por mais um ano.

Para participar de 'Meu tempo de Escola' envie sugestões para: [email protected]

mockup