Lorena Ogioni começou a trabalhar no teatro de bonecos quando faltou um manipulador no grupo dirigido pelo marido
Lorena Ogioni começou a trabalhar no teatro de bonecos quando faltou um manipulador no grupo dirigido pelo marido | Foto: Divulgação



A arte de dar vida aos bonecos
Nascida em Curitiba, Lorena Ogioni começou no teatro por acaso. Mas, desde que descobriu esse universo, se encantou. Formada pela FAP (Faculdade de Artes do Paraná, há um ano atua como manipuladora de bonecos na Pivete Cia de Arte (Curitiba/PR), grupo que, desde 1996, vem usando a linguagem da cultura pop, do cinema, dos quadrinhos e do bunrako japonês como referência para levar aos palcos temas relacionados à arte urbana e a estéticas realistas. Em julho deste, a companhia esteve em Londrina participando do FILO (Festival Internacional de Londrina) com o espetáculo "O Rato", montagem com bonecos que remete aos clássicos contos de fadas e aos conflitos entre o bem e o mal, a virtude e a adversidade.

O que você mais gostava de fazer na escola quando criança?
Jogar futebol.

Qual a melhor lembrança desse período de escola?
Dos professores.

Havia alguma matéria que gostava mais? E qual era a que gostava menos?
Eu amava Geografia, História e Ciências. Não gostava de Português e Matemática

O que você gostava de comer na hora do recreio?
Arroz doce da escola.

Você já ficou de castigo ou levou bronca do professor alguma vez? Como foi?
Várias vezes. Foi chato na hora, mas depois que a gente cresce, passamos a entender o porquê das broncas dos professores.

Suas notas eram boas? Qual a disciplina que ia melhor?
Sim, apesar de não gostar de português e matemática ia bem em todas as matérias.

Já gostava de atuar quando criança?
Nunca tinha atuado antes.

Quais eram os programas de televisão e atores preferidos nessa época?
Eu adorava assistir o Didi, dos Trapalhões, naquela época.

Quando criança, imaginava que teria essa profissão?
Quando criança nem passava pela minha cabeça em ser manipuladora de bonecos porque sempre quis ser jogadora de futebol ou veterinária.

Como foi o início da carreira?
O início pra mim foi muito legal porque nunca tinha entrado em nenhum teatro, seja para assistir a um espetáculo ou show. Quando conheci meu marido (Alfredo Gomes Filho, diretor, cenógrafo e também manipulador da peça de teatro "O Rato") passei a frequentar teatro e comecei a gostar. Quando fomos convidados para apresentar no FILO, estava faltando um manipulador; foi então que entrei de vez para a manipulação de bonecos.

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