Anderson Bizzocchi é um dos integrantes da Cia Barbixas de Humor, grupo de esquetes que faz muito sucesso entre os jovens pela linguagem leve e divertida. Começou na carreira com o grupo, cujas atividades iniciaram no colégio. Formado em 2004, o grupo começou fazendo espetáculos beneficentes no Teatro Jardim São Paulo que eram compostos por uma mescla de esquetes escritos por eles e esquetes famosos (como Monty Python, Rowan Atckinson, Micheal Courtemanche). Dos diversos espetáculos criados, destacam-se "Em Breves" (2006) e "Improvável" (2007), espetáculo de improviso que é hoje o carro-chefe do trio. Ganharam o Prêmio Jovem como melhor espetáculo de humor, em 2014. Além de Anderson, o grupo é formado por Daniel Nascimento e Elidio Sanna.

O que você mais gostava de fazer na escola quando criança? Qual a melhor lembrança desse período de escola?
Gostava de ser o piadista da turma. Era muito comum eu aprender o máximo de piadas nas férias para quando as aulas voltassem, contar para todos os amigos.

Havia alguma matéria que gostava mais? E qual era a que gostava menos?
Ia bem em todas, mas adorava Matemática e gostava menos de Química. Com o tempo isso mudou. Ao final da escola, gostava de todas as matérias.

Você já ficou de castigo ou levou bronca do professor alguma vez? Como foi?
Sim, claro. Por ser, digamos, o mais palhaço da turma, eu era muito agitado dentro da sala de aula. Fazia os outros rir e aprontava muito. Diversas vezes fui mandado para fora da sala de aula.

Fazia muita bagunça ou conversava durante a aula?
Sim, eu sentava no fundão por causa da minha altura. Aí, já viu, né?

Suas notas eram boas? Qual a disciplina que ia melhor?
Sim, nunca fiquei de recuperação. Era bem nerd, bem estudioso, apesar de bagunceiro. Ia melhor em todas as matérias exatas: Matemática, Física, Química.

Já gostava de atuar quando criança?
Sim, sempre fui muito performático. E sempre falei muito alto.

E de escrever?
Não gostava muito. Adquiri o gosto de escrever textos quando fiquei mais adulto.

Que música você ouvia?
Por causa do meu pai, sempre ouvi Rock. Sempre gostei de Beatles.

E o que gostava de ler?
Eu lia tudo que podia sobre revistas especializadas em músicas. Já cheguei a ficar 3 horas numa banca de jornal, em pé, lendo uma revista inteira.
Em relação a livros, um dos que mais gostei de ler na escola foi "A Hora da Estrela", da Clarice Lispector.

Havia algum personagem preferido? E autor?
Acho que nunca tive um personagem preferido em livros. Meus ídolos eram da música.

Na infância, o que você queria ser quando crescesse?
Pensei em fazer algo com música e depois mexer com tecnologia, computadores. A ideia de ser ator ou comediante veio muito depois, totalmente por acaso.

Imaginou que um dia teria essa carreira?
Nunca descartei, mas quando era mais jovem, não pensava nisso. Gostava da ideia, mas não achava que rolaria.

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