No meu tempo de escola
Carlos Vitor da Costa Ressurreição, o goleiro Vitor, do Londrina Esporte Clube (LEC), o Tubarão, nasceu no Rio de Janeiro, em Nova Friburgo, onde morou até os 13 anos. Depois, até os 17 anos, morou em Salvador, cidade em que iniciou suas atividades na escola de goleiros do time baiano Vitória. Pelo time, foi bicampeão baiano em 2004 e 2005. Antes de chegar a Londrina, também foi campeão pelo Atlético Goianiense e do interior paranaense pelo Arapongas em 2012 - uma história de dez clubes de oito estados diferentes.
O que você mais gostava de fazer na escola quando criança?
Como sempre gostei muito de esporte, com frequência, estava envolvido em alguma atividade de gincana ou esportiva como basquete ou futebol. Adorava me movimentar.
Havia alguma matéria de que gostava mais? E qual era a que gostava menos?
Com certeza Educação Física era a que mais gostava. Não gostava de Matemática, nunca me dei bem com a área de Exatas.
Fazia muita bagunça ou conversava durante a aula?
Estudei até os doze anos num colégio de freiras e elas eram muito rígidas. Por isso, me comportava bastante.
Você já ficou de castigo ou levou bronca do professor alguma vez? Como foi?
Uma vez me meti numa briga. Acabamos todos na direção e levamos três dias de suspensão.
Suas notas eram boas? Qual a disciplina que ia melhor?
Em geral minhas notas eram boas e sempre fui um bom aluno, mas acho que devo ter tirado alguma nota baixa.
O que costumava fazer na hora do recreio?
Jogar bola ou alguma atividade física. Estava sempre correndo.
Você tinha bastante amigos nessa época?
Tinha vários amigos quando criança. Um deles é meu amigo desde a infância até hoje. Íamos juntos andando todos os dias para escola.
Como começou no esporte?
Uma vez, um professor de Educação Física me disse que eu poderia ser goleiro, por causa da minha altura. No começo foi estranho, porque estava acostumado a jogar na linha. Mas deu certo e acabei entrando para um time com 13 anos.





