Nem os efeitos especiais salvam "Vírus", que entra em circuito comercial amanhã
São Paulo, 13 (AE) - Jamie Lee Curtis deveria despedir o agente. Depois de "Halloween H2O", a atriz encabeça o elenco de mais um fiasco cinematográfico: "Vírus", que entra amanhã (14) em circuito comercial. A participação da estrela no filme de terror até se justificou, já que a franquia que a lançou em Hollywood completava 20 anos. Mas, para a inclusão de seu nome nos créditos de "Vírus", uma ficção científica grotesca, não há desculpa.
Dirigido por John Bruno, supervisor de efeitos especiais em "Titanic", "Vírus" faz uma releitura da série "Alien", imprimindo um toque de "Robocop" e recorrendo ao mau gosto de "Tentáculos". Nem os efeitos salvam o filme, que enche a tela com uma galeria de personagens horripilantes, metade homem, metade máquina.
Estes seres começam a se multiplicar quando uma nuvem de energia desconhecida se apodera da uma estação espacial russa e, consequentemente, de um navio para onde ela transmite as suas informações. Os tripulantes de um rebocador que tentam decifrar o enigma também sofrem as consequências, incluindo uma navegadora, vivida por Jamie Lee Curtis, e um engenheiro (William Baldwin, em mais uma aparição insípida). (E.G.)





