Negócios e lazer num campo de golfe
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 17 de junho de 2003
Claudio Yuge<br> Reportagem Local 
A maiora das pessoas pode achar loucura, mas muita gente tem deixado de lado a agenda lotada do dia para voar 300, 500 quilômetros só para jogar golfe. Porém, ''só jogar golfe'' significa muito mais do que competir para esses apaixonados pela modalidade. Também é a válvula de escape para os problemas dos grandes centros urbanos e uma ótima forma de conversar sobre negócios.
Com esse pensamento, a rede hoteleira Bourbon realizou no último final de semana, em parceria com a empresa aérea Tam, o 1º Aberto de Golf das Cataratas, em Foz do Iguaçu. O torneio marcou a apresentação oficial do Bourbon Iguassu Golf Club & Resort, em Foz do Iguaçu.
A iniciativa visa não só incentivar o crescimento do esporte no Brasil segundo a Confederação Brasileira de Golfe são cerca de 22 mil jogadores como também explorar uma fatia empresarial do mercado que carece de espaços como esse. Atualmente, o golfe deixou de ser um esporte comum para também se transformar em programas de relacionamento. Normalmente, agendar uma conversa sobre negócios com executivos pode se tornar um teste de paciência, mas fechar um empreendimento em uma partida de golfe num resort agradável é hoje uma realidade.
O Bourbon Iguassu Golf Club & Resort aproveita essa tendência e inaugurou um campo de golfe de 18 buracos em 600 mil metros quadrados. Construído no antigo campo de golfe de Foz do Iguaçu, em uma fazenda de 1,7 milhão de metros quadrados, a estrutura conta com 68 apartamentos com lago para pesca, piscina e quadras esportivas. Além disso, o clube de golfe têm o apoio da estrutura do Bourbon Cataratas Resort & Convention Center, que fica a apenas cinco minutos de carro, para interligar os serviços de ambos os hotéis.
O torneio realizado no local reuniu 120 jogadores e mostrou com sucesso a capacidade do empreendimento, tanto que a organização cogitou até uma competição internacional e um circuito regional de tênis. Além disso, a falta de intimidade com o golfe parece também não incomodar muito, já que, vencendo ou perdendo, outro atrativo é o turismo na tríplice fronteira: quem perde uma partida pode esfriar a cabeça nas belas paisagens naturais das Cataratas do Iguaçu, num dia de compras a preços convidativos no Paraguai ou até mesmo em uma noite de sorte ou azar no cassino dos 'hermanos' argentinos.
O jornalista viajou a Foz do Iguaçu a convite do Bourbon Iguassu Golf Club & Resort e da TAM


