Atrás do Royal Crescent, fica o Victoria Royal Park, que tem um jardim botânico com cerca de 5 mil plantas diferentes. E, se o assunto é natureza, vale olhar a paisagem da Ponte Pulteney, sobre o Rio Avon. Erguida entre 1771 e 1777 para que a cidade pudesse se expandir, tem nove metros de largura e três arcos.
Já os Assembly Rooms, na Benett Street, foram erguidos de 1769 a 1771. Eram utilizados para bailes, chás e jogos. Abrigam hoje o Museu do Vestuário, com uma grande coleção de trajes da alta sociedade a partir do século 16.
A Abadia de Bath é mais antiga: foi construída em 1500, exatamente onde antes estavam um templo saxão e depois um normando. Na abadia saxã foi coroado o primeiro rei da Inglaterra unificada, em 973. Com as tumbas, dentro do templo, pode-se conhecer um pouco mais da história da cidade. Os anjos da fachada, por sua vez, trazem um pouco do espírito ostentatório sob o qual grande parte dos prédios foi construída, no século 18.
Apesar de vários outros prédios terem surgido neste século, a cidade tem sua harmonia visual garantida desde a década de 20, quando um decreto determinou que todos os novos edifícios teriam de usar materiais idênticos aos das obras antigas.
Hoje, já não há mais espaço para novas construções. Ainda bem, dizem os moradores. Assim, Bath mantém seu clima de cidade pequena e preserva a grandiosidade de seu passado. (M.P./AE)

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