A Finlândia não é um país muito rico, mas suas belezas naturais são inesgotáveis. Sua capital, Helsinque, merece ser visitada. Vários exemplos arquitetônicos podem ser observados, como a Suomenlinna, fortaleza do século 18. Há ainda a igreja de Taivallahti, com sua nave abobadada feita de pedra e circundada por estreitos vitrais. Na localidade, onde a Finlândia entra no Círculo Ártico, é imprescindível passar por Rovaniemi, conhecida como uma espécie de capital cultural.
Na Escandinávia pode-se contemplar um dos espetáculos mais bonitos da Terra. Trata-se das luzes do Norte, que surgem durante o inverno. O céu fica encoberto com raios verdes, vermelhos e azuis. E, durante o verão, os visitantes ficam deslumbrados com o sol da meia-noite. O fenômeno só pode ser visto na parte acima do Círculo Ártico. Desde meados de maio até o fim de agosto, o sol na Escandinávia ilumina as noites e prolonga os dias. Um dia do mês de junho tem mais de 17 horas de luz em Copenhague; quase 19 horas em Helsinque, Oslo e Estocolmo; e cerca de 24 horas em Reykjavik( capital da Islândia).
Os finlandeses são extremamente tímidos e recatados. Falam muito pouco, são desconfiados. Essas características do povo são atribuídas ao fato de que as cidades finlandesas começaram a progredir há poucas décadas, e que muitas delas foram fundadas por estrangeiros. Assim recomenda-se cautela e esperar o momento certo para abordar um desses habitantes.
Mas, após um contato direto, percebe-se que por trás daquele jeitão fechado há um bom amigo. Segundo contam, quando um estrangeiro recebe um convite para passar um fim de semana na casa de campo de um finlandês é sinal de que a barreira cultural foi finalmente vencida. Na Finlândia, o contato com a natureza é extremamente importante. Desta forma, é comum as famílias terem casas de veraneio à beira de um dos milhares de lagos do país.

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