No salão lotado de jornalistas -e fãs enrustidos - do Copacapana Palace, não faltaram brincadeiras de repórteres e insinuações de Hugh Jackman. Rafinha Bastos, do CQC, presenteou o ator com o CD ''Onde os anjos não ousam pisar'', de Nasi, o Wolverine brasileiro. ''Por que ele não fez testes para o papel?'', perguntou Jackman, rindo.
O ator reconheceu Sabrina Sato, do ''Pânico na TV'', de uma entrevista no México: ''Eu lembro de você, Sabrina!''. A apresentadora levantou-se e, com seu inglês macarrônico, perguntou quais superpoderes ajudariam o mutante a não pegar a gripe suína. ''Wolverine já tem poderes para isso'', responde o ator. ''Ele se recupera de qualquer coisa, a não ser das belas mulheres. Essa é sua fraqueza. Então, Sabrina, você poderia ajudá-lo a quebrar essas defesas'', completou o ator, deixando a apresentadora corada.
Em outra referência ao estilo garanhão de seu personagem, Jackman aproveitou para elogiar a beleza das mulheres brasileiras - ''A fraqueza do Wolverine são as belas mulheres. Eu cresci na Austrália, lá tem muitas mulheres bonitas, mas com certeza as mulheres brasileiras são as mais bonitas do mundo'' - e, de quebra, continuar angariando seguidoras para seu novo filme.

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