Na pista, com Bezzi
Leia, a seguir, mini-entrevista com o DJ paulistano.
Como é o seu set. Você toca o quê?
Eu toco um mix de rock, disco punk, clássicos, indie, enfim, eu defino meus sets como ''discoteca kamikaze'' já que sempre são imprevisíveis. Sou eclético, porém dentro do meu universo musical. Às vezes curto tocar sets mais lineares e temáticos.
Você é do tipo que vem com set pronto ou é do tipo que pode mudar tudo na hora dependendo do ''humor'' da pista?
Dependendo da situação, separo um número certo de discos que vai agradar o perfil de determinada festa. Neste sábado, vou seguir o humor da pista. A predominância será de rock!
Desde quando você discoteca? Como começou? Você fazia ou faz o quê paralelamente à atividade de DJ?
Desde 1999. Este ano completo 10 anos de agonia e alegria no mundo dos DJs de rock. É preciso amar muito essa profissão para não desistir. Paralelamente, trabalho como ilustrador, produtor de trilhas e colunista. Já criei estampas para diversas marcas. Tive trabalhos publicados fora do Brasil: Chile, Alemanha e Estados Unidos. Atualmente, sigo produzindo trilhas para desfiles e colaborando com os sites Popmix, Chic & Bitsmag.
Você ficou famoso depois da música gravada pelo Cansei de Ser Sexy. Quando ficou sabendo da música? Depois de lançada, antes ou durante o processo de composição das meninas?
Fiquei sabendo antes porque elas me pediram autorização. Não sabia que iria tomar a proporção que tomou, mas acho que elas nem tocam mais essa música nos shows (risos). Eu já era conhecido da cena underground bem antes da banda se formar. O que rolou é que eu meio que ''apresentei'' as integrantes umas às outras. Aí surgiu essa brincadeira sobre minha fase de solteiro. Hoje em dia estou num relacionamento sério e isso ficou pra trás.





