O maior bruxo do hard rock tocou neste final de semana em Curitiba, no Teatro Guaíra. Alice Cooper desembarcou pela quarta vez no Brasil em sua turnê ‘‘Psycho-Drama Tour’’. O cantor e compositor já esteve em solo tupiniquim em 1974, em 95 (no extinto Monsters of Rock) e em 2000 (durante divulgação da British Rock Symphony). O roqueiro terá a companhia do ex-Kiss Eric Singer (bateria), de Keri Kelli (guitarra), Jason Hook (guitarra) e Chuck Garric (baixo). Vincent Damon Furnier, como era conhecido antes de se tornar roqueiro, nasceu em Detroit, em 1948, e, influenciado pelo produtor Bob Ezrin, tornou-se popular devido às apresentações cheias de efeitos especiais dignos de filmes de terror, que caíram como uma bomba no imaginário dos jovens que até então, em 1969, não tinham visto coisa parecida. Os espetáculos, claro, não se sustentariam apenas com o visual e a banda se estabeleceu a partir de álbuns que viraram clássicos a partir de 72, com ‘‘School’s Out’’ e ‘‘Billion Dollar Babies’’. Após uma reformulação no grupo, Vincent assumiu o ‘‘personagem’’ Alice Cooper na carreira solo e esteve sempre presente no cenário musical nas décadas seguintes, com álbuns como ‘‘Welcome to my Nightmare (1975), ‘‘Flush da Fashin’’ (1980) e ‘‘The Last Temptation’’, que entrou na onda revival hard rock durante os anos 90. Na virada do século, o músico ganhou a companhia de Eric Singer e lançou ‘‘Dragontown’’ (2001), seguido de ‘‘The Eyes of Alice Cooper’’ (2003) e ‘‘Dirty Diamonds’’ (2005). A passagem pelo Brasil se encerra hoje, em São Paulo, e a banda segue para México, Austrália, Estados Unidos e países da Europa.

No Brasil, a história da guitarra começou oficialmente nos anos 50. Entretanto, nos anos 30 e 40 já existiam indícios de instrumentos musicais elétricos do tipo guitarra baiana. Usadas nos famosos trios elétricos que, por tradição, fazem o carnaval de rua no Nordeste do País, como os pioneiros Dodô (pai do famoso guitarrista brasileiro Armandinho) e Osmar.

O responsável pelos primeiros sustos na tela grande foi o realizador francês George Melies com o seu ‘‘O Castelo do Demônio’’, de 1896. Outra grande referência na história do cinema foi ‘‘O Gabinete do Dr. Caligari’’, uma das mais marcantes obras do expressionismo alemão, dirigido por Robert Wienne em 1919 que, juntamente com ‘‘Nosferatu’’ (1922), de W. Murnau, viriam a influenciar todo o cinema de horror produzido em seguida.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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