O nome Alter do Chão foi dado pelos portugueses durante o período da colonização. Por ordem de Dom José, o então rei de Portugal, toda missão que passasse a categoria de vila receberia nome de uma cidade portuguesa. O mesmo procedimento foi adotado em relação à Santarém. Aliás, em Santarém acontece o surpreendente fenômeno do encontro das águas dos rios Amazonas e Tapajós, que correm paralelos por quase oito quilômetros sem se misturar, em razão da diferença de composição, densidade e temperatura.
Além das belezas naturais, o turista pode ainda visitar o Museu de Preservação da Arte Indígena, que abriga uma coleção de mais de 1.500 peças originais de diversos povos silvícolas de todo o Brasil. O Centro oferece uma programação dirigida ao público. David Richardson, proprietário do museu, é um norte-americano que se encantou com Alter do Chão quando chegou em 1985. A beleza do lugar o levou a se fixar em caráter definitivo. Richardson, que fala um português arrastado, já recebeu visitantes ilustres, como (segundo ele) Bill Gates, o todo-poderoso da Microsoft, e o ator americano Kevin Costner. A assinatura de Costner consta no livro de presença do museu.
Quando setembro chegar, entre os dias 14 e 18, Alter do Chão vai estar enfeitada pela natureza. A praia vai estar no seu período mais interessante, já que é tempo de verão na Amazônia, que acontece entre junho e janeiro. A Festa do Çairé servirá como um motivo a mais para que turistas de todos os lugares se interessem pela cultura e beleza de um dos pontos mais distantes do Brasil. O show de situações inusitadas está garantido.
- Serviço - Para mais informações, ligue para a Paratur 91/212-9633

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