Museu do Milênio guarda peças raras
Um museu dinâmico, ainda em organização. É assim que Meroslawa Krevei, descendente de ucranianos, descreve o Museu do Milênio, que conta um pouco da história da colonização de Prudentópolis.
Antes mesmo de entrar nele já se pode ter uma aula de história. Na praça está a estátua do poeta ucraniano Tarás Chevtchenko. O museu fica embaixo da praça que, é claro, chama-se Ucrânia.
Peças originais usadas pelos primeiros colonizadores encontram-se em perfeito estado de conservação. São utensílios domésticos, como o que servia para ralar o repolho e preparar o chucrute, um tear completo, fibras de linho e louças. Também existem vários objetos religiosos, como oratórios em madeira. E ainda fotos e documentos dos primeiros imigrantes da cidade. O museu pertence à comunidade paroquiana São Josafat. É mantido pela igreja e Meroslawa trabalha voluntariamente para preservar a história da colonização do município.
Na quadra seguinte ao museu está a tipografia Prudentópolis, que iniciou suas atividades há mais de 100 anos. Hoje possui uma estrutura moderna, mas que preserva sua história através de equipamentos usados no começo do século passado.
É nessa gráfica que são impressos até hoje o jornal quinzenal da comunidade ucraniana no Brasil e o jornal missionário mensal do Apostolado da Oração, ambos em português e ucraniano. (D.A.)





