Mulheres acreditam que galãs andam na linha
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 12 de junho de 2003
Marcia Pereira<br> Agência Folha 
Se na TV eles trocam de amantes o tempo todo, na vida real, os cobiçados Marcos Pasquim, Paulo Coronato e José Mayer têm de andar na linha. A reportagem conversou com as mulheres desses atores e elas confessaram que, para encarar tanta agarração, precisam ter muita confiança em seus parceiros.
''Não tenho ciúmes. Um relacionamento de 28 anos não duraria se não houvesse confiança'', afirma Vera Fajardo, casada com o doutor César de ''Mulheres Apaixonadas''.
Já a produtora de moda Fabiana Kherlakian, que está com Marcos Pasquim há um ano, não teme que role alguma coisa nos bastidores da novela. Como ela tem tanta certeza? A moça fez questão de acompanhar o namorado a uma gravação de ''Kubanacan''. ''É tudo muito profissional, cheio de técnicos em volta'', afirma ela, que diz não perder um capítulo da trama.
Fabiana acrescenta que o galã não é aquele conquistador nato que aparece na TV. ''Para se soltar, ele tem de beber. Foi em uma festa que nos conhecemos'', lembra. A produtora conta que estava fora do país quando ele fez a minissérie ''O Quinto dos Infernos'' e não se lembra de ''Uga Uga''. ''Se tivesse visto esses trabalhos, talvez comparasse seus personagens atirados com seu comportamento real, mas o conheci como ele é: tímido e romântico.''
Já Flávia Garrafa tem mais com o que se preocupar. Segundo a atriz, Paulo Coronato, com quem namora há dez meses, tem características semelhantes as de seu personagem, o mulherengo taxista de ''Mulheres Apaixonadas''. ''Mas a sedução é uma qualidade que admiro bastante nele'', afirma. ''Prefiro acreditar que fora a sedução e o senso de humor, ele nunca teria um comportamento como o de seu personagem. É um exercício diário de confiança'', desabafa.


