Los Angeles - O ator americano Gregory Peck morreu na madrugada de ontem, aos 87 anos de idade, em Los Angeles, anunciou seu porta-voz, Monroe Friedman.
Peck tornou-se um ícone da época de ouro de Hollywood com a interpretação de papéis que marcaram gerações. Foram 60 filmes, incluindo ''A Princesa e o Plebeu'', ''Gringo Velho'' - baseado no romance homônimo de Carlos Fuentes -, ''Cabo do Medo'' e ''O Sol é para Todos'', com o qual ganhou um Oscar em 1962.
''Peck morreu em paz, na própria casa, junto da esposa Veronique'', informou Monroe Friedman. Peck vivia com a mulher, com quem era casado há 48 anos, quatro filhos e vários netos.
Há alguns dias, o ator foi designado como um dos heróis preferidos dos americanos, pelo papel em ''O Sol é para Todos''.
Durante 50 anos de carreira, trabalhou sob a direção de grandes cineastas, de Alfred Hitchcock a King Vidor, e compartilhou as telas com importantes astros e estrelas da época, como Audrey Hepburn, Robert Mitchumm, David Niven, Anthony Quinn e James Stewart.
Peck que participou de filmes como ''Spellbound'', ''Quando Fala o Coração'', (1945) de Alfred Hitchcock, ''Céu Amarelo'' (1948) de Elia Kazan e ''Moby Dick'') de John Huston nasceu Eldred Gregory Peck na cidade californiana de La Jolla, perto de San Diego, em 5 de abril de 1916.
Destacou-se em filmes como ''Duelo ao Sol'', de 1946, ''Arabesque'', de 1966. E ainda: ''As neves do Kilimanjaro'', de 1952, com direção de Henry King, estrelado também por Ava Gardner e Susan Hayward; ''Canhões de Navarone'', de 1961, J. Lee Thompson, com David Niven, Stanley Baker, Anthony MacArthur'', de Joseph Sargent; ''Espionagem em Goa'', de 1981, de Andrew V. McLaglen, com David Niven, Roger Moore, Trevor Howard; ''Escarlate e o Negro'', de 1983, dirigido por Jerry London, e muitos outros.

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