Depois de vencer o concurso que escolheu um novo integrante para o ''CQC'' (Band), no ano passado, Monica Iozzi agora comemora o contrato para ficar um ano na atração.
''Estou feliz, mas a ficha está caindo aos poucos, aconteceu tudo muito rápido'', conta. Ela se lembra de que, mal entrou no ''CQC'', em menos de 24 horas teve sua primeira prova de fogo: já de terno e óculos escuros, marca registrada do programa, Monica foi escalada para fazer uma reportagem em um show de Gilberto Gil. ''Apesar de eu estar com medo e com aquela insegurança natural de um novo trabalho, foi divertido. Tive muita sorte, as pessoas foram legais comigo, até consegui falar com o Gil!'', diverte-se.
Três meses depois, já está bem inteirada. ''As pessoas confundem um pouco o objetivo do ''CQC'. Fazemos um resumo semanal das notícias, quando possível usamos o humor para isso, mas não temos de ser engraçados o tempo todo. Não é um programa de piada.''
O relacionamento com os outros integrantes da atração, diz, é bom. ''Fui me aproximando aos poucos, até porque não trabalhamos juntos. Cada um faz uma reportagem em um lugar. Mas tentamos nos encontrar sempre.'' Apesar da desinibição e do jogo de cintura conquistados no curso de arte cênicas, a moça se descobriu tímida ao lidar com os fãs. ''No meu dia a dia, sempre fui extrovertida. Mas, com o programa e o assédio das pessoas, fico curiosamente um pouco envergonhada. Eu me preocupo em ser amável e sorridente'', afirma Monica.
Seus planos para 2010, além do ''CQC'', incluem o teatro. ''Estou há um ano longe dos palcos, não vejo a hora de voltar a atuar.'' Mas não pretende fazer comédia ''stand up''. ''Não sou humorista, acho legal quem faz, mas não é minha praia.'' Enquanto o ''CQC'' continua de férias, Monica se divide entre São Paulo e Ribeirão Preto e mantém contato com os fãs via blog (http://blogs.band.com.br/moiozzi/) e Twitter (@monicaiozzi). Sobre as famosas frases da vó Balbina que posta na rede, ela diz: ''É minha avó de verdade! Mora em Ribeirão Preto!''. O que mudou depois da fama? ''Agora não ando mais de ônibus!'', ri. ''Mas, às vezes, opto pelo metrô por causa do trânsito''.

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