Como pode ser confortador para a alma tirar um belo bolo do forno e, imediatamente, comer uma fatia com uns goles de chá ou café...Conheço vários bolos que cumprem esse papel prazeiroso e terapêutico de maneira perfeita. Porém, nenhum e tão adequado para uma reunião de ‘‘duendes’’ urbanos como o de polvilho doce que, ironicamente, é um bolo salgado. Pensando bem, trata-se de um bojudo pão de queijo que se prepara de forma rápida para servir várias pessoas ao mesmo tempo. A receita de hoje foi recortada de jornal e é uma das melhores que já coletei. Até hoje a receita continua impressa no mesmo retalhinho de papel minúsculo que guardo no meu ‘‘computador’’ como um tesouro. Podem se espantar, mas meu ‘‘computador’’ é uma cesta quadrada de vime onde, camada sobre camada, acumulam-se receitas que guardo há anos. É certo que as traças tentam atacar meu ‘‘terminal’’, que ao menos não dá pane – elas são os únicos ‘‘vírus’’ que podem prejudicar meu arquivo.
Bolo de Polvilho Doce
(receita de Nina Horta )
1 copo de polvilho doce
3 ovos
1/2 xícara de café de água,
sal a gosto
1/2 copo de óleo e 200 gramas de queijo ralado
Bata no liquidificador, coloque para assar em forma de bolo com buraco no meio por 25 minutos. Coma imediatamente. Com mel é uma delicia. Mesmo frio ainda é bom. De qualquer forma, o bolo aquece a alma.

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