Microbacias são próximo alvo
Implantar programas regionais de reflorestamento. Essa é a principal proposta dos pesquisadores da UEL para reverter o quadro de desmatamento na Bacia do Tibagi. Pelo projeto original - ainda no papel-, cada município da bacia adotaria uma microbacia onde além do plantio de árvores, seriam desenvolvidos trabalhos de apoio em educação ambiental e monitoramento físico e químico.
Se cada um dos 54 municípios adotasse apenas uma microbacia o efeito multiplicador das ações melhoraria as condições do Tibagi. ''O que as pessoas precisam entender é que o Tibagi é um reflexo do que ocorre nas cidades. Um posto de gasolina que lava carros e não tem caixa de contenção joga todo o sabão, a graxa e o óleo no rio'', explica o professor Edimilson Bianchini.
O livro sobre a Bacia do Tibagi será distribuído em bibliotecas e órgãos de pesquisa de todos os municípios da bacia. São mil exemplares que contém, cada um, 30 capítulos que dissecam a bacia nos aspectos físicos, químicos, fauna, flora e a colonização das margens. Cinquenta autores participaram do projeto.





