''Não ter mais o Teatro Ouro Verde é algo terrível tanto no aspecto prático quando no que se refere à memória histórica da cidade. Não temos muitas opções de locais de grande porte e, no nosso caso, isso ainda é mais difícil porque nossos espetáculos de final de ano reúnem 300 crianças. Agora ficamos descobertos e o único local que poderíamos realizar a nossa apresentação é no Ginásio Moringão.
Quantas pessoas já desfrutaram do Ouro Verde, quantos espectadores, quantas apresentações? Perder o Ouro Verde dá uma dor no coração, pois ele faz parte da minha história. Meu primeiro espetáculo de dança foi lá, há 22 anos, quando tinha oito anos, e nem podia imaginar que iria me tornar professora de dança. É tudo muito triste e doloroso.''
Patricia Prosêncio, coordenadora da Escola Municipal de Dança

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