ReproduçãoThe RocksCultura e história na parte antiga da cidade. Foi nessa região que, em 1788, aportou a primeira frota de navios britânicos para estabelecer uma colônia penal européiaTem canguru? Tem. E surfe? Também. Mas Sydney tem atrações que vão muito além dos símbolos tradicionais da Austrália. O principal cartão-postal da cidade reflete seu estilo e sua faceta internacional: a Sydney Opera House. Situada à beira da Baía Botany, seu design arrojado foi criado em 1957 pelo arquiteto holandês Josen Utzon. A idéia era projetar algo que pudesse ser avistado perfeitamente do mar, do ar e da terra. Mais do que atingir o objetivo, o edifício é um modelo mundial da arquitetura do século 20. Além disso, trata-se de um centro famoso de espetáculos de música, dança e teatro. Cultura e história pairam no ar da região onde repousa a moderna Opera House. Na proximidade, o terminal marítimo de Sydney, chamado Circular Quay (pronuncia-se key), e a parte antiga da cidade, The Rocks, assinalam o local onde nasceu a Austrália. Foi ali que aportou, em 1788, a primeira frota de navios britânicos lotada de oficiais e presidiários para estabelecer uma colônia penal européia que veio a se chamar Estado da Nova Gales do Sul. Sydney é a capital.
Passados mais de 200 anos, tudo ainda gira em torno de Circular Quay. O lugar é palco de performances de rua e parada obrigatória de quem caminha pela orla. Quer ver um aborígine, o indígena que habitava o território australiano antes da chegada dos colonizadores? Este é o lugar certo. Além disso, Circular Quay tem guichês de informações turísticas e ofertas de tours, servindo de porto de chegada e partida de barcos e ferry-boats que levam visitantes e moradores aos subúrbios da cidade.
ReproduçãoCircular Quay, palco de perfomancesNavegar pela Baía de Sydney, de dia ou à noite, é um must. Entre os roteiros oferecidos a partir do cais, vale a pena ir ao Zoológico Taronga, que abriga quase 4 mil animais. Mas seja qual for o passeio marítimo escolhido, o melhor é a sensação de chegar à cidade pelo mar, com uma vista panorâmica inesquecível. De um lado, a Opera House. Do outro, a Sydney Harbour Bridge, o Circular Quay e as casas coloniais, as lojas e os restaurantes de The Rocks no meio. Como pano de fundo do cenário, um conjunto de arranha-céus.
A pequena metrópole faz lembrar um pouco Nova York e é o centro financeiro e comercial de Sydney. Por lá encontram-se as grandes lojas de departamento, como Queen Victoria Building (QVB) e David Jones. Ambas trazem o melhor da moda internacional, como Gucci e Giorgio Armani. Para comprar, também vale a pena ir até as Ruas George e Pitt. Como é de se esperar, toda esta parte de Sydney, que pode ser facilmente percorrida a pé, fica abarrotada de turistas.
ReproduçãoQueen Victoria Building: centro de comprasRefúgios na cidade não faltam, mesmo em pleno centro. A mais bela área verde é o Jardim Botânico, um museu vivo de plantas australianas e estrangeiras reunidas em 30 hectares. No verão, o lugar é sede de programas culturais com entrada franca, como espetáculos de ópera e montagens de Shakespeare.
Se o assunto é museu, Sydney tem mais de 20, sem contar as pequenas galerias de arte. Entre os museus, não perca o New South Wales Art Gallery, cujo acervo reúne obras australianas, asiáticas e européias, fotografia contemporânea e a maior coleção de arte aborígine do mundo.

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