Tendo como referência teórica a tríade pedagógica preconizada pela professora e arte educadora Ana Mae Barbosa, da Escola de Artes e Comunicação da Universidade de São Paulo, de que as artes visuais ao serem ensinadas devem ser "contextualizadas, praticadas e assistidas", a oficina cultural "Costurando Histórias" apresenta um trabalho que instiga a curiosidade das crianças e as consideram coparticipantes do processo de aprendizagem, adaptando constantemente as demandas que vão sendo apresentadas no decorrer do trabalho. "Contextualizamos as histórias, lemos juntos e sempre sentamos e conversamos sobre o que vamos fazer, qual é a responsabilidade de cada um e como é a árvore que querem criar, por exemplo, 'puxando' deles as propostas", enfatiza a produtora cultural Daniella Fioruci.
A oficina também tem como uma de suas referências o trabalho de pesquisa desenvolvido pelo grupo "Os Tapetes Contadores de Histórias", do Rio de Janeiro, que em 2012 participou do 2º Encontro de Contadores de Histórias em Londrina (Ecoh). Fundado em 1998, o grupo desenvolve um trabalho que destaca as intersecções entre oralidade e artes visuais. (A.P.N.)

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