Curitiba - Pelo segundo ano consecutivo, o Paraná foi vice-campeão na apreensão de CDs falsificados. No primeiro trimestre deste ano foram apreendidos quase 1,3 milhão de CDs piratas no Estado, entre gravados e virgens. O estado só perdeu para São Paulo, onde foram pegos 2,4 milhões de CDs piratas. Com isso, os dois estados foram responsáveis por 3,7 milhões das 4 milhões de unidades apreendidas no País neste primeiro trimestre. No mesmo período de 2003, as apreensões foram de cerca de 2,5 milhões de unidades falsificadas.
Igual período do ano passado já havia registrado as mesmas estatísticas. Os dois estados foram responsáveis por praticamente 100% das apreensões do País. No primeiro trimestre deste ano, a Associação Protetora dos Direitos Intelectuais Fonográficos (APDIF) acompanhou 270 ações policiais e de autoridades em todo País, entre operações de rua (ambulantes e lojas), laboratórios e depósitos. Além dos 4 milhões de CDs piratas, foram apreendidos também cerca de 400 drives de gravação que correspondem à produção anual de 42 milhões de CDs, aproximadamente e 275 pessoas foram indiciadas.
São Paulo e Paraná aparecem como os dois estados com maior número de apreensões, em quantidades incomparáveis com os demais. Em terceira posição, por exemplo, está a Bahia, com 200 mil unidades apreendidas. Em seguida, o Rio de Janeiro com a apreensão de cerca de 70 mil CDs, e em quinto aparece o Distrito Federal com aproximadamente 60 mil unidades falsas apreendidas.
Criada em 1995, a APDIF esclarece que sua tarefa não é apenas acompanhar as apreensões de CDs falsificados. A Associação, por meio de seus departamentos de investigação e jurídico, trabalha para denunciar e acompanhar a destruição de laboratórios e depósitos de CDs falsificados. A APDIF recebe denúncias anônimas por meio do e-mail [email protected] ou pela Caixa Postal 593 - CEP 01059-970 - São Paulo.

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