Mercado de arte está em ascensão
Mercado de arte está em ascensão
Apesar do desequilibrio econômico, o mercado de Arte está em ascensão e mostra sinais de vitalidade. Como exemplo, Waldir Simões cita a compra de um Guignard, por US$ 760 mil, ocorrida recentemente em Nova York, por um colecionador brasileiro. O País tende, cada vez mais, a valorizar seus artistas, reconhece o galerista.
Esse caminho foi percorrido por Pancetti, Volpi, Tarcila do Amaral, Anita Malfatti, Cícero Dias, Guignard, Di Cavalcanti e Portinari. As obras desses artistas alcançam valores elevados tanto no mercado local, quanto internacional. Deste grupo, Cícero Dias é o único vivo e está hoje com 92 anos. É o único também que não estará em Curitiba para a festa da galeria.
O amadurecimento do curitibano é outro fator apontado por Waldir Simões. Quando começamos, há 15 anos, Curitiba ainda era resistente à contemporaneidade. Mas, hoje, mostra que evoluiu.
A primeira galeria da Simões de Assis foi na Rua Duque de Caxias, num casarão em estilo alemão. Lá, ficou dez anos. Gosto de casas antigas, com espaços amplos e jardins, afirma. As novidades e o aprimoramento passam também pelos catálogos das exposições. A Editora Simões de Assis imprime todos os álbuns da galeria.
A reciprocidade da galeria para com seus artistas é feita ainda em feiras internacionais de Arte. Obras importantes foram adquiridas em Miami, onde a galeria esteve durante cinco anos. Para novembro deste ano, há a possibilidade da participação em outra feira internacional nos Estados Unidos. (E.M.C.)





