O número de mulheres que se destacam nessa nova geração do humor ainda é menor que o dos homens. Mônica Iozzi, por exemplo, brilhou sozinha um bom tempo na ala feminina do "CQC", abrindo espaço, agora, para a colega Dani Calabresa, recém-saída da MTV, se juntar.
Na Globo, Miá Mello dividia com a atriz e ex-"Big Brother" Maria Melilo o posto de "luluzinha" no recém-extinto "Casseta & Planeta Vai Fundo", no meio de um grupo majoritariamente masculino. E, por mais que hoje seja conhecida por seus trabalhos no humor, depois de participar do "Legendários", da Record, a atriz garante que nunca foi sua pretensão se tornar comediante. "Não busquei, fui levada para isso. Mas acho que me fez crescer muito como atriz. Fazer rir é desesperador, por mais que pareça uma coisa rasa e teoricamente mais fácil", conta.
Para Mariana Armelini, que faz parte do elenco do grupo de humor "As Olívias" e participou do humorístico "É Tudo Improviso", na Band, e "As Olívias na TV", do Multishow, a vaidade pode ser um dos fatores que faz diminuir o número de mulheres que apostam no humor. Mesmo acreditando que elas têm muita facilidade para trabalhar esse gênero. "Mulheres são naturalmente engraçadas. Mas poucas têm coragem para dizer que são feias, estranhas, que estão ridículas", explica.

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