Já faz tempo que Maringá não faz Carnaval de rua, desfiles de escolas de samba e outras manifestações que acontecem em quase todo o Brasil. Os bailões populares, em duas praças, acabam sendo a melhor opção para o povão. Na Raposo Tavares, no centro, serão cinco noites e duas matinês promovidas pela Federação das Associações das Escolas de Samba de Maringá com média de cinco mil foliões por baile. A festa também tem sido animada na praça Farroupilha, no Jardim Alvorada, com cinco noites e duas matinês a cargo da Liga das Escolas de Samba de Maringá. As duas festas populares contam com o apoio da Prefeitura de Maringá.
Contrastando com as avenidas vazias, os salões fervem. O Carnafolia, do Country Clube animado pela banda Frenesi, tem sido o local preferido por uma média de quatro mil jovens e adolescentes que pulam a noite toda em ritmo de Axé Music, sob o olhar muito atento dos comissários de menores. Mas, mesmo com outra marcação, não faltam músicas como ‘‘Mamãe eu quero’’, aquela ‘‘quem roubou minha cueca prá fazer pano de prato’’, a ‘‘Cabeleira do Zez钒 e outros sucessos do passado.
James NegriniTambém em Maringá, a festa no Clube Olímpico, sempre lotado, só pára quando amanhece o diaO Clube Teuto Brasileiro também está reunindo foliões de todas as idades em cinco noites e duas matinês. A ACEMA, com o único carnaval nikkei do Paraná, trouxe caravanas de foliões de olhinhos puxados.
Neste ano o Centro Português de Maringá programou apenas duas matinês, uma ontem, outra amanhã. Já no Clube Olímpico a banda Apollus tem animado cerca de quatro mil foliões de todas as idades. Os foliões só deixam o clube quando o dia amanhece.

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