A cantora Mariana Aydar está com passaporte e malas prontos para ir a Paris apresentar seu repertório nos próximos dias 27 e 28, no Satellite Café. Imersa no samba, ela sobe ao palco para mostrar aos franceses canções como ‘‘Zé do Caroço’’, ‘‘Minha Missão’’, ‘‘Deixa o Verão’’ e ‘‘Maior é Deus’’. O seu CD ‘‘Kavita 1’’ está sendo lançado em território francês pela Universal France. E Mariana está contente com o lançamento, claro, e também por se apresentar num local que já foi vitrine para outras revelações, como a cabo-verdiana Mayra Andrade, a quem dedica rasgados elogios: ‘‘Para mim, ela é uma das melhores cantoras do mundo’’.
  Revelação da música brasileira, Mariana, 27 anos, andava ‘‘escutando muito’’ o som de Mayra em seu Ipod, até roubarem seu aparelho. ‘‘A Mayra faz música como eu acredito que tem que ser feita, sem cabeça, é totalmente coração.’’
  Sempre conectada à música brasileira, ela também tem influências de canções produzidas pelo mundo. Não tolera preconceitos na arte, sobretudo por gênero. Diz que pode se encantar por um ‘‘forró brega’’ e achar um ‘‘reggae chato’’. E conta ter esse lado eclético em razão da convivência com o pai, Mário Manga, do Premeditando o Breque (ou Premê). ‘‘Ele sempre foi muito amplo musicalmente.’’

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