São Paulo - Uma metrópole com mais de 1,5 milhão de habitantes, capital do maior estado brasileiro. Nada de mais se não estivesse encravada na Floresta Amazônica. Esse detalhe faz toda diferença para quem visita Manaus. Torna a viagem uma oportunidade única de se aventurar pela mata, hospedando-se no meio da selva, com acesso somente por barco.
A Praia do Tupé, a 25 quilômetros do Porto de Manaus, é muito procurada por conta das águas mornas e da areia branca. Na vazante dos rios, de agosto a fevereiro, são 80 metros de praia. Nas cheias, o trecho baixa para 20 metros.
A 23 quilômetros da cidade, há outra praia, a da Lua, em formato de quarto crescente. As águas, no entanto, são geladas. Para chegar lá, só se for de barco.
A Ponta Negra é outra opção. Foi urbanizada e tem boa infra-estrutura, que inclui quadras esportivas, ciclovia, playground e calçadão repleto de bares e restaurantes.
Perto do município de Novo Airão, no Rio Negro, a 100 km de Manaus, está o maior arquipélago de ilhas fluviais do mundo, o Anavilhanas. São cerca de 400 ilhas cobertas de mata virgem que compõem um labirinto selvagem. Na temporada seca, surgem inúmeras praias de areia branca.
Também não dá para esquecer do encontro das águas dos rios Negro e Solimões, que se juntam e formam o Amazonas. Por conta da diferença entre as temperaturas e velocidade de suas correntezas, os rios correm lado a lado por 6 quilômetros sem se misturarem. De um lado, ficam as águas barrentas do Solimões e de outro, as escuras do Negro.
Manaus preserva ainda a arquitetura luxuosa financiada pela riqueza da borracha. O Teatro Amazonas é um bom exemplo desse período áureo. Os vidros vieram da França e o mármore, da Itália.
Cavernas e cascatas
A 107 quilômetros de Manaus pela BR-174, Presidente Figueiredo tem mais de cem cachoeiras, além de cavernas. Os passeios envolvem trilhas pela mata. E quem gosta de esportes como rafting, canyoning e rapel estará na local certo. (A.E.)

mockup