Londrina ganha hoje mais uma publicação. É o semanário ‘‘Mais Londrina’’, um produto da editora Mais Londrina Ltda, que tem como proprietário o jornalista João Arruda. O lançamento do primeiro número – com edição temática voltada à passagem de fim de milênio – será hoje, às 20 horas, no Hotel Sumatra.
O diretor de redação João Arruda antecipa que esta edição, toda em cores, trará uma ampla discussão sobre o que foi Londrina no século 20, o que é a cidade atualmente e como deve ser nos próximos anos. Num primeiro caderno, com oito páginas, o semanário vai mostrar, além das matérias, entrevistas com o prefeito eleito Nedson Micheleti, o arcebispo D. Albano Cavallin e uma pesquisa feita pelo instituto Canadá, apontando qual o fato de maior importância do século 20 para o londrinense.
Um segundo caderno especial, com 16 páginas, trará várias personagens que vão escrever sobre a cidade. No primeiro número estão, entre outros, a vereadora Elza Correia, o médico Francisco Gregori, os jornalistas Délio César, Widson Schwartz, João Milanez, além dos artistas plásticos Yoshyia Nakagawara Ferreira e Sérgio Russo. O terceiro caderno, com oito páginas, será destinado a notas sociais, cultura e ao universo teen.
O ‘‘Mais Londrina’’ volta a circular normalmente no dia 19 de janeiro, data prevista inicialmente para a estréia. O lançamento foi antecipado, segundo João Arruda, para não perder o simbolismo do mês de dezembro, ‘‘pelo aniversário da cidade, a mudança de século e a mudança no quadro político local’’. Nesse reinício, o semanário será veiculado com dois cadernos, variando entre 16 e 24 páginas – a maioria delas colorida. Em formato tablóide europeu (um standart ‘‘mais curto’’), ‘‘Mais Londrina’’ circulará sempre às sextas-feiras, com tiragem de cinco mil exemplares, e será vendido nas bancas por R$ 2,00.
‘‘Não temos nenhum vínculo político ou econômico. O espaço é destinado a todos que gostam da boa leitura, pessoas que desejam ter uma visão nova e diferenciada de Londrina e, principalmente, discutir sobre a cidade e seus segmentos. A gente veio para somar, como diz o próprio nome do semanário’’, analisa Arruda, que atuou como correspondente da revista Veja e outras publicações nacionais e trabalhou cerca de 20 anos na Folha de Londrina/Folha do Paraná.

mockup