A casa mais vigiada do Brasil, como apregoa o bordão, abre suas portas hoje. Atração anual da TV Globo desde 2002, o "Big Brother Brasil" retorna com sua fórmula básica em sua 13º edição, acrescida de algumas novidades para prender a audiência.
O enredo é o de sempre: harmonia nos primeiros dias de confinamento, seguida de racha em grupos e desmoronamento das relações – tudo temperado com festas, bebedeiras, fofocas, intrigas, barracos, choros e romances. O objetivo é passar ileso pelos paredões, chegar à final e abocanhar o prêmio de 1 milhão e 500 mil reais.
Serão 16 candidatos, dos quais oito foram preliminarmente confirmados para entrar na mansão – a paranaense de Cianorte, Andressa Ganacin, 23 anos, está entre eles. Ela é identificada como esteticista pela produção do programa e já foi eleita Miss Brasil Glamour. Outra paranaense, a curitibana Kelly Baron, 26 anos, está na casa de vidro com outros cinco aspirantes ao BBB. Ela trabalha como secretária, estudou Direito no Centro Universitário de Curitiba e participou do concurso Musa do Brasileirão em 2009.
A casa de vidro está instalada no Santana Parque Shopping, em São Paulo. Dali sairão, provavelmente no dia 14, dois novos integrantes para a casa. Além deles, outros seis ex-BBBs completarão o elenco do reality show. Seus nomes serão revelados hoje. A ideia de misturar novatos a veteranos foi testada pela primeira vez em 2010, quando o vencedor foi justamente um ex-BBB, Marcelo Dourado, vindo da quarta edição do programa.
Com direção de Boninho, a atração continua sob comando de Pedro Bial, cujas intervenções – em dias de eliminação - costumam derrapar para o nonsense ao abusar de verborragia desconexa e oca. O BBB vai ao ar depois da novela "Salve Jorge", e está previsto para terminar em 26 de março.

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