ReproduçãoMadonna: ‘‘Eu não estava feliz com a direção que o projeto tinha tomado’’O primeiro possível trabalho de Madonna depois de ‘‘Evita’’ está em risco. Em fevereiro, a pop star assinou contrato para fazer o papel da ativista, atriz e, principalmente, fotógrafa (nascida na Itália) Tina Modotti. Ela atuaria ao lado de Gabriel Byrne no filme, que teria produção da empresa de Mick Jagger. A Jagged Films comprou os direitos para a fonte da fita, a biografia da personagem escrita pela autora irlandesa Margaret Hooks, em 1994. O problema é que o uso dos direitos expirou em julho e a autora teria agora outros planos para o livro. ‘‘Eu não estava feliz com a direção que o projeto tinha tomado’’, afirma a escritora. ‘‘Eu queria achar alguém cujo objetivo com o filme fosse mais parecido com os meus’’. A pessoa é o diretor Stephen Herek (de ‘‘Mr. Holland Opus’’ e ‘‘The Mighty Ducks’’). De acordo com a autora, o papel de Tina Modotti deve ir para a atriz Linda Fiorentino (de ‘‘Homens de Preto’’ e ‘‘A Última Sedução’’). Tina Modotti, que emigrou para os Estados Unidos em 1913 (quando tinha 16 anos), trabalhou por pouco tempo como atriz em filmes mudos. Ela é mais lembrada pela atividade política, o Partido Comunista, no México nos anos 30. E morreu em circunstâncias misteriosas em 1942, aos 45 anos.
Sem DeMann Não bastasse isso, o empresário de Madonna pediu demissão. O todo-poderoso Freddy DeMann, que administra a carreira da pop star desde que ela começou, no início dos anos 80, agora vai cuidar apenas da Maverick Records, fundada pelos dois há cinco anos. DeMann e Madonna têm cargos executivos na gravadora, que inclui em seu casting nomes como Alanis Morissette, Erasure e Prodigy. ‘‘A visão mútua que Freddy e eu temos do futuro da Maverick Records requer agora mais devoção de sua extraordinária energia e inteligência para a gravadora’’, afirmou Madonna em um comunicado. Caresse Norman, que estava na gerência da carreira de cantora há um ano, ao lado de DeMann, agora vai tomar conta do cargo sozinha.

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