O cartão postal de Maceió está mais estruturado nesta temporada. A grande orla, referência nas fotos dos turistas, recebeu melhorias urbanas que garantem comodidade também aos moradores da capital alagoana. Na primeira fase de reurbanização do trecho turístico a cidade ganhou mais espaços para lazer, estacionamentos, barracas, além de área esportiva também para portadores de necessidades especiais.
A orla ganhou chuveiros, banheiros públicos, ciclovia, área de pedestre e mirante na praia de Pajuçara. A iluminação foi reforçada e novos postos de policiamento prometem garantir maior segurança. O projeto de reurbanização começou pela praia de Pajuçara e deve chegar até a praia de Cruz das Almas.
Entre as praias de Jatiúca e Cruz das Almas uma ciclovia de pista dupla completou a interligação, permitindo aos turistas e pedestres de seguirem à orla norte.
Para a temporada de verão, com início em dezembro, a expectativa é que a média de ocupação da hotelaria local chegue a 90%. Entre os principais fatores que contribuem para o bom momento está a inauguração do novo Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, que aumentou o fluxo turístico do Estado em 12%. Desde o começo do ano o destino já recebeu novos vôos chaters vindos da Europa, além de ter sua malha aérea nacional ampliada com novos vôos operados pela TAM, Gol e Ocean Air. Os charters operados pela CVC também prometem crescer para 29 vôos semanais durante esta temporada, contra 22 no mesmo período passado.
A iniciativa privada também está fazendo sua parte com a criação de mais 1500 leitos para a alta estação.
De acordo com a Secretaria Estadual de Turismo, somente em 2005 passaram por Maceió aproximadamente 1,8 milhão de turistas, vindos de diversas partes do país e também da Europa e países do Mercosul. Para o presidente do Maceió Convention & Visitors Bureau e Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Alagoas, Glênio Cedrim, a expectativa para esse ano é que o fluxo turístico cresce 15% comparado ao mesmo período do ano passado.
O turismo em Alagoas corresponde atualmente a 9,37% do Produto Interno Bruto(PIB) do Estado.

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