Curitiba A terceira adaptação dos Filhos do Átomo para o cinema, a exemplo dos dois anteriores, foi baseada em momentos consagrados da equipe nos quadrinhos. A principal influência do longa de Bratt Retner vem da famosa ''Saga da Fênix Negra'', assinada pela dupla Chris Claremont e John Byrne, e que retorna este mês às bancas brasileiras na onda do filme pela editora Panini Comics.
Na ''Saga da Fênix Negra'', Jean Grey retorna de um estado de animação suspensa, em um casulo nas profundezas do mar, após sacrifício que salvou os X-Men durante reentrada da nave do grupo na Terra, em história anterior, algo parecido com o que aconteceu no filme 'X-Men 2'. Depois de sua volta, a mutante incorpora uma entidade cósmica que eleva seus poderes de telecinésia e telepatia ao extremo. O poder corrompe a moçoila e cabe então aos pupilos do Professor Xavier deter a ex-colega.
''O Confronto Final'' adapta essa história sem entidades cósmicas e também aproveita idéias de criadores mais novos. A ''cura'' anunciada no filme, por exemplo, saiu da mais recente fase do grupo, em que o roteirista Joss Whedon (criador do seriado ''Buffy, a Caça-Vampiros'') também promove a volta de Colossus e do tão famoso ''arremesso especial'' com Wolverine. A Sala do Perigo e a célebre frase ''Minha Santa Aquerupita!'', do Fera, também saíram direto das páginas dos quadrinhos e essas sequências devem levar os fãs das revistas ao delírio.

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