Londrina cai no samba
O londrinense mais uma vez prova que é chegado num climão confete e serpertina. E não deixa por menos, aproveita que a folia rola no meio do mês de fevereiro, quando a maioria volta das férias, com as aulas da criançada se iniciando. São foliões sem produções carnavalescas, porque o dinheiro anda curto e grandes fantasias, aquelas com plumas e paetês pertencem ao passado. As T-shirts e shorts predominam.
No Londrina Country Club, os associados lotam o salão até alta madrugada. Ricardo Coelho, diretor social do clube, informou que, por noite, cerca de 2.500 pessoas fazem a festa de Momo e a expectativa até amanhã - último dia de folia - é que o número de participantes aumente.
Segundo a tradição carnavalesca, a noite de hoje sempre é a mais concorrida, já que amanhã é feriado. Já no baile de terça-feira, muita gente não brinca ou retorna mais cedo em função do batente que se inicia na Quarta-Feira de Cinzas.
No Iate Clube de Londrina a folia também está animada. Na primeira noite, segundo o diretor social Francisco Eugênio de Souza, cerca de 2.500 pessoas estiveram no salão, com mesas e camarotes totalmente esgotados. A previsão para os outros dias de folia é que o número de foliões também cresça. No Canadá cerca de 850 pessoas pularam carnaval na primeira noite, segundo informação dada pelo próprio clube. A Associação dos Funcionários Municipais de Londrina - AFML - também está promovendo seu carnaval reunindo cerca de 500 pessoas por noite e o Grêmio Literário Recreativo Londrinense, segundo o diretor Isnard Cordeiro, contou com cerca de 2.000 pessoas só no sábado de carnaval.
O Centro Comunitário Maria Cecília, nos Cinco Conjuntos, também realiza sua folia. No sábado, em torno de 2.000 foliões cairam no samba, segundo João Carlos de Oliveira, tesoureiro do Centro. Acel e Arel não estão realizando bailes de carnaval.Josoé de CarvalhoTiazinha do H dá o ar da graça num baile do Grêmio, em Londrina, a foliã não esqueceu o chicotinhoCesar AugustoBailes do Iate Clube estão entre os mais animados de Londrina: os foliões lotam mesas e camarotesElisiê Peixoto





