Au­tor de ‘‘O Ma­ca­co ­Ornamental’’, ­Luís Hen­ri­que Pel­lan­da aca­ba de lan­çar o si­te Ele­tro­fic­ção, de­di­ca­do à lei­tu­ra de ­seus con­tos. Ele mes­mo lê tre­chos ex­traí­dos do li­vro, so­bre uma am­bien­ta­ção so­no­ra pro­du­zi­da pe­lo mú­si­co Ro­dri­go Stra­diot­to. A ­ideia, se­gun­do o es­cri­tor, é ex­plo­rar os re­cur­sos da in­ter­net e al­can­çar um pú­bli­co que não te­ria aces­so à ­obra im­pres­sa.
  ‘‘Ten­to fa­zer uma ‘lei­tu­ra ­branca’. Co­mo não sou ­ator, evi­to in­ter­pre­tar ­demais’’, afir­ma o es­cri­tor, que tam­bém gos­ta de ou­vir ­seus tex­tos li­dos por ou­tras pes­soas. ‘‘Por um la­do, po­de ser an­gus­tian­te, por­que vo­cê não con­cor­da com al­gu­mas in­fle­xões. Mas é óti­mo pa­ra per­ce­ber em que mo­men­to o pú­bli­co ri ou fi­ca sé­rio.’’
  So­bre as lei­tu­ras ao vi­vo, aber­tas pa­ra o pú­bli­co, Pel­lan­da as­so­cia o ‘‘­fenômeno’’ ao cres­ci­men­to e pro­fis­sio­na­li­za­ção do mer­ca­do li­te­rá­rio no ­país. ‘‘Ho­je te­mos vá­rias fes­tas, fei­ras e bie­nais sen­do rea­li­za­das no Bra­sil. E as lei­tu­ras são ­mais uma for­ma de reu­nir as pes­soas in­te­res­sa­das pe­los ­livros’’, diz. Pa­ra ou­vir ­seus con­tos, aces­se ­wwww.ele­tro­fic­cao.word­press.com.


● Tendência atual que privilegia a prosa, já que a leitura em voz alta de poesia e textos teatrais sempre foi bem difundida


● A Bienal Internacional do Livro de São Paulo é um evento cultural organizado pela Câmara Brasileira do Livro. Sua primeira edição ocorreu em 1970 e reúne milhares de visitantes

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