Dalton Trevisan está lançando um novo livro. A mais recente obra desse curitibano arredio, considerado um dos maiores contistas brasileiros, vai se chamar ‘‘Macho Não Ganha Flor’’ e será lançada pela Record. A editora, que lançou a maior parte do livros de Trevisan e há dois anos não publicava um inédito dele, faz mistérios sobre a nova obra. Por meio da assessoria de imprensa, a editora informou que só vai divulgar mais sobre o livro, dias antes do lançamento oficial, previsto para outubro. Autor de quase cinco dezenas de livros, Trevisan é uma da figuras mais lendárias da literatura brasileira. E também do jornalismo. É conhecido pela sua capacidade de ser invisível. Existem pouquíssimas fotografias dele que já foram divulgadas e o autor raramente aparece em público. Para não dizer nunca. Uma piada recorrente no jornalismo é um veterano falando para um novato ir entrevistar Dalton Trevisan. Uma missão impossível. Enquanto não se consegue chegar perto do mito, que completou 81 anos em junho passado, o jeito é ler (e reler) os livros dele. Se único romance é ‘‘A Polaquinha’’, o restante são reunião de contos, como ‘‘A Gorda do Tiki Bar’’ e os premiados ‘‘Cemitério de Elefantes’’ e ‘‘Morte na Praça’’.


É uma das três subdivisões das atividades de Assessoria de Comunicação, sendo as outras duas Relações Públicas e Publicidade e Propaganda. Sua principal tarefa é estabelecer ligação direta entre pessoa física, entidade, empresa, órgão público e a imprensa.


Em 1996, recebeu o Prêmio Ministério da Cultura de Literatura pelo conjunto de sua obra. Em 2003, dividiu com Bernardo Carvalho o maior prêmio literário do país – o 1º Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira – com o livro ‘‘Pico na Veia’’. Sua obra já foi levada aos palcos por diretores como Ademar Guerra e Marcelo Marchioro. ‘‘O Vampiro e a Polaquinha’’, a partir de seus contos, ficou em cartaz por sete anos consecutivos nos palcos de Curitiba


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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