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"Da forma que o Governo apresentou a proposta de colocar algumas disciplinas como obrigatórias, mas só a parte básica para o aluno ter um senso crítico, parece ser boa. Sou a favor da reformulação, pois acredito que apenas o conhecimento básico já é suficiente. Não é preciso aprofundar se não vamos utilizar aquela disciplina no futuro. Quem vai cursar Engenharia, o que vai usar de Artes é praticamente nada."Angelo Pelisson, 16 anos
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"Acredito que foi uma atitude muito precipitada do Governo. Não houve qualquer participação ou questionamento da sociedade nessa reformulação. Foi um procedimento mal formulado, pois não pararam para pensar na real necessidade de cada disciplina e suas individualidades. Visaram apenas a redução de uma carga horária. Esquecem que essas disciplinas ajudam na construção da consciência crítica e política do ser humano. É na escola que o aluno vai ter a base para desenvolver suas ideias e o que pensa sobre o mundo."Ingrid Prado, 16 anos
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"Vejo muitos alunos do Ensino Médio questionando quando vão utilizar certas disciplinas na vida e isso deve ser considerado. Mas esse sistema de o aluno escolher quais matérias irá cursar funciona em alguns países mais desenvolvidos. Não tenho certeza se daria certo no Brasil. A base, pelo menos, de qualquer disciplina, dá uma ideia do que escolher como profissão."Guilherme Cabrera, 16 anos
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| Foto: Fotos: Saulo Ohara
"Acredito muito no poder da educação dentro de uma sociedade. Daqui para frente, temos que ver a maneira como vão organizar essa reformulação. Uma base, independentemente da matéria, tem a sua necessidade no futuro e permite que o aluno avalie se identifica com essa área. Mas é preciso avaliar qual o aprofundamento em matérias que não serão tão utilizadas na profissão."Bárbara Ferreira Khouri, 15 anos
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