Balzac e suas ideias''
Máximas de Pensamentos de Honoré de Balzac'' (Martins Martins Fontes) é uma reedição da obra original publicada logo após a morte do autor, em 1952 na França. Com tradução de Regina Schopke e Mauro Baladi, a obra reúne, em 191 páginas, frases e pensamentos de Balzac, o intelectual que viveu na primeira metade do século XIX. O livro apresenta de forma clara as ideias do autor sobre a sociedade burguesa e outros temas, como esta reflexão da página 4: ''A paixão é toda a humanidade. Sem ela, a religião, a história, o romance e a arte seriam inúteis.''


Éti­ca e mo­ral
  A es­pa­nho­la Ade­la Cor­ti­na, au­to­ra do li­vro ‘‘Éti­ca sem ­Moral’’ (Mar­tins Mar­tins Fon­tes), co­men­ta nes­te li­vro os tem­pos di­fí­ceis en­fren­ta­dos pe­la mo­ral e pe­la éti­ca. Nas 331 pá­gi­nas, Ade­la dis­cu­te, de for­ma crí­ti­ca, as di­ver­sas ‘­éticas’ pre­sen­tes na so­cie­da­de ­atual, e a pos­sí­vel evo­lu­ção do mun­do pa­ra uma épo­ca ‘pós-­moral’. A au­to­ra é ca­te­drá­ti­ca de fi­lo­so­fia ju­rí­di­ca, mo­ral e po­lí­ti­ca, e ain­da di­ri­ge vá­rios pro­je­tos de pes­qui­sa so­bre a fun­da­men­ta­ção e a apli­ca­ção da éti­ca na edu­ca­ção.


Vi­ven­cian­do a ar­te
  In­te­gran­te da ‘Co­le­ção to­das as ­Artes’ da Edi­to­ra Mar­tins Mar­tins Fon­tes, o li­vro ‘‘Ar­te co­mo ­Experiência’’ é o re­sul­ta­do de uma sé­rie de pa­les­tras se­mi­nais mi­nis­tra­das por ­John De­wey. Des­de sua pri­mei­ra pu­bli­ca­ção, em 1934, o tex­to vem sen­do con­si­de­ra­do o tra­ba­lho ­mais re­no­ma­do de um fi­ló­so­fo nor­te-ame­ri­ca­no a res­pei­to da es­tru­tu­ra for­mal das ar­tes e seu im­pac­to so­bre o es­pec­ta­dor, lei­tor ou ou­vin­te. O li­vro pos­sui 646 pá­gi­nas e te­ve tra­du­ção de Ve­ra Ri­bei­ro.


Ima­gi­ná­rios da Áfri­ca
  No en­saio ‘‘Nii­lis­mo e ­Negritude’’, Cé­les­tin Mon­ga apre­sen­ta vi­sões afri­ca­nas da ar­te de vi­ver, mas sem tor­nar seu tex­to dog­má­ti­co. O au­tor con­fi­gu­ra os ima­gi­ná­rios da Áfri­ca ­atual, e re­la­ta vá­rias for­mas de nii­lis­mo e ne­gri­tu­de atra­vés de his­tó­rias. Com tra­du­ção de Es­te­la dos San­tos ­Abreu, o li­vro abor­da des­de o ab­sur­do pi­to­res­co da vi­da co­ti­dia­na à eco­no­mia po­lí­ti­ca. ‘‘Nii­lis­mo e Ne­gri­tu­de - As ar­tes de vi­ver na ­África’’ faz par­te da ‘‘Co­le­ção ­Dialética’’ (Mar­tins Mar­tins Fon­tes).


Ar­qui­te­tu­ra con­tem­po­râ­nea
  ‘‘For­ma e ­Design’’ reú­ne os ar­ti­gos teó­ri­cos ­mais im­por­tan­tes de ­Louis ­Kahn, e mos­tra a fér­til ela­bo­ra­ção do con­cei­to de for­ma e de­sign des­te mes­tre da ar­qui­te­tu­ra con­tem­po­râ­nea. Pa­ra ­Kahn, um edi­fí­cio de­ve não ape­nas abri­gar, mas es­tar des­ti­na­do à vi­da das pes­soas. Por ser on­de o ho­mem rea­li­za ­suas ati­vi­da­des, de­ve ma­ni­fes­tar a sua es­sên­cia hu­ma­na. O li­vro faz par­te da ‘Co­le­ção to­das as ­Artes’ (Mar­tins Mar­tins Fon­tes), tem 91 pá­gi­nas e foi tra­du­zi­do por Ra­quel ­Peev.

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