LANÇAMENTOS DE CDs
Instrumental
Experimenta
Duofel
Gravadora: Fine Music
Quanto: R$ 30,00 em média
Avaliação: bom
Parceiros há quase 30 anos, os violonistas Fernando Melo e Luiz Bueno gostam de explorar diversos gêneros musicais. Com show de lançamento no Sesc Pompéia, em São Paulo, neste final de semana, este CD duplo reúne dois projetos distintos. No álbum ''Playing at Home'', o duo reencontra o tablista Badal Roy e o percussionista Daniel Moreno para uma informal ''jam session'' doméstica. A surpresa vem no outro álbum, ''Lounge Eletrônico'', primeira experiência do duo no universo da música eletrônica, em parceria com os Lunatics.
Por que ouvir: Talvez os fãs mais conservadores estranhem a incursão eletrônica, mas o Duofel sabe imprimir sua verve criativa às batidas e loops típicos do gênero. (Carlos Calado/ Folhapress)
Pop
Pré Pós Tudo Bossa Band - o Show
Zélia Duncan
Gravadora: Duncan Discos
Quanto: R$ 39,00 em média
Avaliação: bom
Embora ainda seja uma cantora pop, dessas que o jabá faz tocar nas rádios, Zélia Duncan vem abrindo caminhos alternativos nas gravadoras. Este registro ao vivo foi feito às próprias expensas, contra o desejo da gigante Universal, e vale o risco. Mesmo sendo o terceiro DVD em cinco anos, sustenta-se no bom repertório do CD ''Pré Pós Tudo Bossa Band'', com destaque para ''Benditas'', ''Não'', a faixa-título e três com assinatura de Itamar Assumpção: ''Tudo ou Nada'', ''Dor Elegante'' e ''Milágrimas''.
Por que ouvir: Do som digestivo ao conceitual, Duncan melhorou como cantora, compositora e líder de banda.(Luiz Fernando Vianna/ Folhapress)
Rock
Razorlight
Razorlight
Gravadora: Universal
Quanto: R$ 30,00 em média
ÿ00Avaliação: ruim
Não dá para entender como uma banda como o Razorlight chega ao topo das paradas e é feita atração principal de um festival como o Reading. Neste segundo álbum, à exceção de ''America'', balada caprichada, suas músicas são de um vazio absoluto - não dizem nada, não têm energia, não são suficientemente roqueiras nem suficientemente pop. Mas o vocalista, Johnny Borrell, é boa pinta e sai com a Kirsten Dunst.
Por que não ouvir: O disco tateia entre baladas bobas e músicas um pouco mais rápidas. Fica no meio do caminho e não sai de lá. (Thiago Ney/Folhapres)





