O livro ''Meu Brasil Japonês'', que será lançado durante o evento de arte nipo-brasileira que abre hoje em Londrina, é mais uma publicação patrocinada pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic). Traz em edição bilíngue (português/japonês) relatos divertidos e poéticos narrando o encontro entre o oriente e o ocidente. Foi coordenado por Pablo Augusto Vicente que, através do jornal Paraná Shimbum, encomendou os textos a escritores, poetas, jornalistas, publicitários e educadores locais.
As crônicas foram publicadas originalmente nas páginas do semanário que, há mais de 50 anos, dirige-se para a comunidade nipônica da cidade e região. Os textos são assinados por Domingos Pellegrini, Nilson Monteiro, Nelson Capucho, Widson Schwartz, Bernardo Pellegrini, Rodrigo Garcia Lopes, Marcos Losnak, Paulo Briguet, Célia Musilli, Marcos César Gouvêa, Ranulfo Pedreiro, Francelino França, Walter Ney, Iara Lessa, Maria Angélica Abramo, Walrides Brevilheri Jr., Reinaldo Cesar Zanardi, Ângelo Bellusci Cavalcanti, Marivone Ramos, Levon Boligian.
Na apresentação, Bernando Pellegrini ressalta a contribuição do livro para a antropologia do cotidiano local citando os personagens que povoam as histórias artistas como Kazuo Ono, Manabu Mabe e Haruo Ohara; figuras familiares aos londrinenses como o ''Baiano das Batidas'', ''Circuito'', ''Maria Tan''; e gente anônima como o ''o primeiro professor de judô'', ''o menino tímido da família japonesa vizinha'', ''haicaistas'', ''ikebanistas'' e outros.

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