Jackeline Seglin
De Londrina
O lançamento oficial do ‘‘Filo 2000, Ano 0, de Todas as Artes’’, anteontem, no Centro de Convenções do Hotel Sumatra, em Londrina, foi marcado por agradecimentos, homenagens e apelos. A diretora do festival, Nitis Jacon, abriu a cerimônia agradecendo a presença das autoridades, como a secretária de Estado da Cultura, Lúcia Camargo, a secretária municipal da Cultura, Angela Marçal, o diretor da Casa de Cultura da UEL, Alcides Vitor de Carvalho, o deputado federal Alex Canziani, a secretária Especial da Mulher, Dora Barnabé, os vereadores Elza Correa e Antenor Ribeiro, o jornalista João Milanez, entre outros.
Nitis Jacon falou do novo formato do Filo, das parcerias e dos problemas que a falta de um teatro municipal traz ao evento e à cidade. Aliás, este último tópico foi um dos assuntos que renderam comentários na noite. Nitis Jacon citou a recente inauguração do Teatro Municipal de Toledo, o segundo maior do Estado, e comparou o fato com a situação de Londrina.
Em seu discurso, a secretária Lúcia Camargo disse que a verba destinada à construção em Toledo, R$ 2,5 milhões, é proveniente do Governo Federal (R$ 984 mil), Governo do Estado (R$ 770 mil) – através do programa Paraná Urbano – e o restante do município. ‘‘Eu me coloco à disposição para conseguir os R$ 800 mil do Paraná Urbano para o Teatro de Londrina’’, comprometeu-se.
O evento também marcou o lançamento do livro ‘‘1968 – 1988 – 2000 – Filo: uma História’’, uma retrospectiva atualizada do Festival de Londrina. Nitis Jacon fez uma entrega simbólica de um exemplar para a vereadora Elza Correa, segundo ela, ‘‘uma figura histórica no teatro de Londrina’’.

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