Juliana Monachesi
Agência Folha
O Prêmio Johnnie Walker de Artes Plásticas deste ano já formou um júri para selecionar os três artistas brasileiros que deram a maior contribuição à arte contemporânea em 99. O prêmio, iniciativa da companhia Johnnie Walker também realizada no México, no Chile, na Colômbia e no Peru, é o maior do País e concede aos finalistas prêmios no valor de R$ 30 mil (primeiro colocado) e R$ 25 mil. Os jurados este ano são o curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Agnaldo Farias, a curadora e crítica de arte Lisette Lagnado, o curador-geral da 25ª Bienal Internacional de São Paulo e pesquisador de arte, Ivo Mesquita, o artista plástico e produtor cultural Evandro Vilela Teixeira de Salles e a curadora e professora doutora da Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, Maria da Glória Araújo Ferreira. Até setembro, o júri vai discutir o conceito que norteia a premiação, de ‘‘maior contribuição para o pensamento plástico brasileiro recente’’. Cada membro deverá apresentar uma lista com três artistas escolhidos com base nos critérios discutidos.
No dia 10 de setembro as listas serão divulgadas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ). Em outubro, os jurados se reúnem para definir os três finalistas, que vão apresentar seus trabalhos em exposição no Museu de Arte Moderna (RJ) em dezembro. Em sua terceira edição, o Johnnie Walker já premiou, em 97, Amílcar de Castro, em primeiro lugar, e Eduardo Sued e Iole de Freitas. No ano passado, Nelson Lerner foi o primeiro colocado e Waltércio de Caldas e Tunga ficaram em segundo.

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