Jim Carrey é processado pela morte da namorada
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terça-feira, 20 de setembro de 2016
France Presse 
O conhecido ator americano Jim Carrey foi processado ontem por ter supostamente fornecido medicamentos, com um nome falso, para sua namorada Cathriona White, que morreu por overdose de remédios no ano passado, e por tentar ocultar seu envolvimento. De acordo com a ação, apresentada na Corte Superior de Los Angeles por Mark Burton, ex-marido de Cathriona, o ator "usou sua imensa riqueza e fama" para obter opiáceos para White.
Burton assegura que o ator comprava remédios com o nome de "Arthur King" e que depois "tomou uma atitude para ocultar e confundir seu envolvimento e culpa" após a morte de Cathriona.
"Há momentos na vida em que você tem que parar e defender sua honra contra o mal no mundo", disse Carrey em um comunicado citado pelo site TMZ. "Não vou tolerar esta tentativa cruel de me explorar ou explorar a mulher que amei".
O advogado Marty Singer, conhecido por representar celebridades, disse que a ação é uma tentativa de Burton de extorquir o ator.
White "roubou" uma receita médica de Carrey, afirmou Singer ao TMZ.
No processo, diz-que que Carrey estava obcecado por controlar e manipular a mulher, de 30 anos, com quem tinha uma relação irregular desde 2012; e que ele podia controlá-la através de câmeras de vigilância que ficavam em uma casa de Los Angeles onde White permanecia em algumas ocasiões.
O ator e seu assistente supostamente teriam consciência de que White não havia saído de casa por mais de um dia em setembro, quando morreu, e nada fizeram.
As informações da imprensa até o momento sobre a morte de White diziam que Carrey e ela teriam rompido alguns dias antes.
Nesse dia, Cathriona teria enviado uma mensagem em sua conta no Twitter em que dizia: "Estou desativando meu Twitter, espero ter sido uma luz para as pessoas mais próximas a mim e queridas".Segundo a investigação judicial, White se matou devido uma dose letal de medicamentos controlados.
O processo afirma que as três caixas de remédio que foram encontradas junto ao corpo estavam em nome de "Arthur King".


