Arquivo FolhaRoupas brancas? Lentilhas? Nem todos costumam receber o Ano Novo com esses antigos costumes. Muitos preferem começar o ano sobre sua bicicleta, cruzando um rio na Patagônia ou simplesmente meditando. Já o ator Ney Latorraca faz questão de usar seu ‘‘kit-réveillon’’ para começar bem 1998.
Não se preocupe caso alguém torça o nariz se você resolver adotar alguma simpatia. Os que agem assim fazem parte de uma minoria, pois milhões de pessoas, em todo o mundo, jamais abrem mão desse costume milenar. Na India, são atirados na fogueira objetos que representam impurezas e doenças. No Japão, é comum fazer uma cerimônia de limpeza da casa e pendurar uma corda de palha de arroz na entrada da casa, para afastar os maus espíritos. No Brasil, a ordem é misturar tudo e aproveitar um pouco de cada cultura.
No ano 2.000 a.C, já se comemorava o Ano Novo na Babilônia (Mesopotâmia). No Num Cigarat - um templo em forma de torre - faziam-se sacrifícios de alimentos aos deuses da fertilidade Marduk e Dumuzi. Depois, a população festejava com dança para celebrar a vitória de Marduk sobre o caos.
Kit réveillon O ator Ney Latorraca, o vilão Silas, da novela ‘‘Zazᒒ, curte muito as simpatias da passagem do ano. Ele até montou um ‘‘kit’’, composto por 12 uvas - que devem ser chupadas fazendo-se 12 pedidos -, lentilhas para serem comidas durante a chegada do Ano Novo e uma roupa nova, de preferência uma cueca.
E a apresentadora Astrid Fontenelle, da MTV, não deixa por menos. Gosta de fazer tudo quanto é tipo de simpatia no Ano Novo, como chupar três uvas com champanhe, usar calcinha amarela ‘‘para atrair dinheiro’’, ou vermelha, ‘‘a cor da paixão’’. E nunca esquece de colocar uma folha de louro na carteira, ‘‘para não faltar grana’’.

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