'Isso é poder', diz Kevin Hart sobre protestos nos Estados Unidos


SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Kevin Hart, 40, usou as redes sociais para elogiar aqueles que estão protestando contra o racismo em todo os Estados Unidos, após o assassinato de George Floyd.

O ator compartilhou uma foto de um jornal televisivo norte-americano na noite desta terça-feira (2), que mostrava que os protestos já atingem 50 estados. "Isso é poder... Já deu. É hora de mudar", escreveu Hart na legenda da foto.



O ator já havia compartilhado uma publicação pedindo mudanças, com uma imagem de seu filho Kenzo Kash, 2. "Como pai, estou preocupado com o futuro de nossa próxima geração de homens negros e as gerações seguintes e as seguintes", escreveu. "Se não fizermos nosso trabalho agora, e não fizermos o possível para que uma lei seja implementada para nos ajudar a nos sentir protegidos nas ruas, esse tipo de crime continuará a acontecer".

Ele continuou: "É necessário estabelecer uma lei que responsabilize esses policiais, bem como os demais policiais presentes na cena do crime. Isso precisa acontecer ... Isso nem deveria ser uma discussão, deveria ser uma ação imediata". Por fim, pediu que seus seguidores mudem a situação atual nas urnas, dizendo que "a mudança começa com o nosso voto".

ENTENDA

Os atos antirracistas começaram como manifestações pacíficas depois que um homem negro desarmado, George Floyd, morreu sufocado por um policial branco, que ajoelhou sobre o pescoço dele, no chão, em Minneapolis (EUA).

À medida que as manifestações se alastraram pelo país, no entanto, inúmeros embates entre policiais e manifestantes passaram a ser registrados, e lojas foram incendiadas e saqueadas. Além da capital, Washington, pelo menos 40 cidades americanas decretaram toques de recolher, o que não impediu milhares de manifestantes de voltarem às ruas em meio à pandemia de coronavírus.



Pessoas do mundo todo se comoveram diante da morte de Floyd, e muitos artistas brasileiros publicaram mensagens contra o racismo. Vários deles relembraram a morte do brasileiro João Pedro Matos Pinto, 14, que morreu em casa, há duas semanas, após levar um tiro durante uma operação da Polícia Federal com apoio das polícias Civil e Militar fluminenses no Complexo do Salgueiro.

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