Iphan destaca patrimônio e reparação no Mês da Consciência Negra
Segunda edição do ciclo de eventos do Iphan para celebrar a data começa neste sábado (01)
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
Segunda edição do ciclo de eventos do Iphan para celebrar a data começa neste sábado (01)

Sob coordenação do Comitê Permanente para Preservação do Patrimônio Cultural de Matriz Africana (Copmaf), unidades do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) realizarão 40 ações em todas as regiões do país
Com o tema “Patrimônio e Reparação”, a segunda edição do ciclo de eventos do Iphan para o Mês da Consciência Negra começa neste sábado (01), com objetivo de promover o patrimônio cultural de matriz africana, especialmente como elemento fundamental para o fortalecimento da justiça social e dos direitos da população negra.
Ao longo do mês, serão 40 ações de forma presencial, híbrida e remota. A idealização do ciclo de eventos é do Copmaf do Iphan, e conta com o engajamento das unidades especiais, escritórios técnicos e superintendências do Instituto, que apresentam ações com parceiros de diferentes níveis da federação e da sociedade civil.
O ciclo de eventos será inaugurado neste sábado, 9h, com o “XIII Encontro Paulista de Jongueiras/os”, na Casa de Cultura Municipal de Guaianases, em São Paulo, evento em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.
No dia 4 de novembro, o Centro Nacional de Arqueologia (CNA) realiza um encontro para discutir a arqueologia como direito à memória previsto no Estatuto da Igualdade Racial, por meio da Lei n° 12.288/2010. O encontro reunirá representantes do Ministério da Igualdade Racial (MIR), da Fundação Cultural Palmares (FCP) e Iphan.
Celebrado como feriado nacional em 20 de novembro, o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra é um marco para a iniciativa do Instituto. O calendário completo da programação está disponível no site do Iphan - www.gov.br/iphan/pt-br/assuntos/mes-da-consciencia-negra
REPARAÇÃO HISTÓRICA
A vasta programação reflete um esforço institucional para promover o debate sobre a reparação histórica e fortalecer as políticas de preservação do patrimônio cultural de matriz africana, pilar fundamental da construção do país e da identidade nacional.
“Ter um calendário anual voltado para esses eventos é um compromisso da Instituição e do Governo Federal com a diversidade, com a reparação e com a equidade. A partir do momento que articulamos políticas públicas com as práticas que acontecem nos territórios, nós asseguramos e fortalecemos o direito das populações afro-brasileiras”, afirma a coordenadora do Copmaf, Aretha Rodrigues.
* Com informações do Iphan.


Da Redação
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