A internet é a melhor revendedora de acessórios eróticos, mas além de sacoleiras nada ortodoxas que há algum tempo já batiam de porta em porta, em tudo o que se relaciona a sexo sempre existe mais coisa para inventar - inclusive reuniões do tipo tupperware em que as demonstradoras dão um show na hora de mostrarem as mil e uma utilidades de um produto.
O diretor de Marketing da indústria paulistana, Luiz Pereira, afirma que algumas dessas reuniões, em São Paulo, atraem mais de 500 pessoas interessadas nas novidades.
Contando o milagre mas sem revelar o nome do santo, Pereira diz que em Londrina algumas pessoas já descobriram o negócio, que além de lucrativo não deixa de ser divertido.
Quem está no ramo londrinense garante que a aceitação desse tipo de atividade não é fácil, tomando por base o movimento nos sex shops. A cidade ainda mantém um comportamento provinciano.
''Já tivemos mais lojas e, atualmente, são poucas. É uma atividade que não tem um fluxo diário, como outros negócios. Os empresários que conseguiram alguma coisa, constataram que o ganho não é grande coisa'', lamenta o empresário Renato Cordeiro Batista.
Na opinião de Luiz Pereira, apesar da internet ser um corredor de livre acesso para todas as fantasias e informações sobre sexo e erotismo, comportamentos com cheiro de mofo, como o machismo, ainda dividem a cama com os parceiros sexuais. Ele acredita que a de comportamento depende, principalmente, de educação.(F.L.)

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