Instrumentistas enfrentam dificuldades para conciliar a agenda de ensaios e shows
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domingo, 01 de janeiro de 2012
Redação FolhaWeb 
Viver profissionalmente de música em Londrina requer disposição para tocar em três, quatro ou mais bandas ao mesmo tempo. O que não falta é trabalho num segmento que, apesar de sua precária profissionalização, cresceu muito nos últimos dez anos com a multiplicação de bandas e proliferação de casas de shows.
''Não dá pra tocar só numa banda. Se o cara é criativo, tem possibilidades de participar de projetos diferentes'', assinala Emilio Carlos Barreto de Oliveira, o ''Mizão'', guitarrista das bandas Fabulous Bandits, The Cluster Sisters, Cinemática, John Doe Blues, Aduba e Banda do Cão Sem Dono.
''Tem gente que diz que não tem tempo, mas tem o ditado: tempo é a gente que faz. Quem toca em banda nunca vai deixar de fazer, nunca vai conseguir ficar longe dessa atividade'', enfatiza Marco Aurélio, guitarrista das bandas Monkberry, Beatles for Sale e Foo Fighters Cover. A afirmação é avalizada por Daniel Petrin Bertini, o ''Tutti'', engenheiro civil que mantém atividades musicais paralelas nas horas vagas.
A explosão de bandas cover, fenômeno que se estabeleceu na cidade de quatro anos para cá, também abriu oportunidades para jovens músicos locais estrearem nos palcos. ''É difícil encontrar músicos que não toquem em mais de uma banda. Hoje em dia isso está generalizado. É o vírus da música'', diz Sara Dellalo, baixista das bandas Os Pedrera, Fruttilinas do Éden, Pega Ladrão, Luke de Held Trio, Dead Stars e System of Down Cover.
Confira mais informações na matéria do repórter Nelson Sato
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