INOVAÇÃO TECNOLÓGICA - Transmissão digital começa em dezembro no Brasil
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terça-feira, 27 de novembro de 2007
Arquivo FOLHA 
Ela ainda reina no centro da sala de estar dos brasileiros, mas mudou de espessura e sobrenome. Agora condensada em uma fina faixa de metal, a televisão passa a ser também digital razão suficiente para cair na boca do povo. Pudera, propagandas financiadas pelas emissoras e um certo barulho em torno do assunto trouxeram termos como conversor e alta definição digital ao dia-a-dia. Mas saber o que muda, na prática, a partir de 2 de dezembro, data da estréia da transmissão digital na cidade de São Paulo, é privilégio de poucos. Para quem não tem hábito de se inteirar sobre as inovações tecnológicas, tudo pode não passar de uma promessa vazia. Afinal, o que se ganha ao investir na TV digital? Especialistas em tecnologia têm na ponta da língua um bom motivo: a imagem melhora muito. Segundo profissionais da Rede Globo, as imagens terão a definição igual à de cinema e será possível assistir à TV com qualidade em carro, ônibus, metrô e em aparelhos como celulares. O responsável pelo setor na Rede Record, José Marcelo Amaral, destaca a riqueza de detalhes que poderá ser percebida na tela como a maior vantagem. Isso para quem tiver um televisor de LCD ou plasma, a partir de 32 polegadas, mais o conversor. Mesmo com o tal set-top box (conversor), a imagem muda pouco ou nada se a TV for antiga. O som melhora, ganha qualidade de CD. Mas as outras possibilidades da TV digital, como ampla interatividade, canais simultâneos, transmissão portátil, ainda dependem do amadurecimento da tecnologia no País.
O primeiro grande impacto da TV digital é a alta definição que aparece na mídia com as siglas HD (High Definition - Alta Definição) ou HDTV (High Definition Television - Televisão de Alta Definição), em inglês. Alta definição significa ver mais detalhes na imagem (como nos cinemas, por exemplo). A introdução da HDTV será gradual, (mas as transmissões já vão iniciar no formato digital com resolução comum conhecida como SD, de Standard Definition)
Tem monitor de cristal líquido (em inglês: liquid crystal display), ou LCD, muito leve e fino, sem partes móveis. Consiste de um líquido polarizador da luz, eletricamente controlado que se encontra comprimido dentro de celas entre duas lâminas transparentes polarizadoras. Os eixos polarizadores das duas lâminas estão alinhados perpendicularmente entre si. Cada cela é provida de contatos elétricos que permitem que um campo elétrico possa ser aplicado ao líquido no interior
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