No apagar das luzes de 98, a superintendente do Centro Cultural Teatro Guaíra, Mônica Rischibieter, faz um balanço das atividades, e aponta para o que virá em 99: ‘‘Foi um ano bom; tivemos uma pauta rica e variada. Mas tem coisas importantes para acontecerem pela frente’’, avisa.
Uma das novidades é a informatização da bilheteria que, além de maior rapidez e segurança, possibilitará a venda de ingressos por telefone. Há também estudos para licitação de pontos de vendas externos. Também o ar condicionado, tantas vezes reclamado, estará em pleno funcionamento.
A aquisição e implantação do equipamento foi possível graças à Lei Rouanet e à Copel, empresa incentivadora que fez o repasse de verbas. Houve aqui um ‘‘esforço em conjunto’’, segundo Mônica. Inclui aí a Bom Ar, responsável pela comercialização que fez um preço generoso para o teatro.
Nessa leva de coisas boas tem também a presença das Tintas Coral. A fábrica responsabilizou-se a pintar as paredes externas das três salas do Guaíra. Através de um acordo da diretoria com os patrocinadores, ganhou-se inclusive a pintura interna.
O Banco Mundial ofereceu três ônibus novos em folha, para integrar os quatro já existentes que participam do projeto Teatro Vai à Escola. Os anteriores trabalham com teatro. Os novos veículos levarão espetáculos de dança, música e teatro de bonecos para as comunidades do interior, carentes de espaços cênicos.

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